Meio Político

Que futuro nos espera?

Extremo X Extremo

Com o Brasil “sangrando” desde as eleições de 2014, neste ano tivemos, no primeiro turno das eleições, a possibilidade de seguir um caminho onde todos pudessem caminhar com o mesmo objetivo: sair das piores crises dos últimos tempos. Dos 13 candidaturas a presidência da República, tínhamos pelo menos 5 competitivas e, escolhemos exatamente uma da extrema direita e a outra da extrema esquerda. Ou seja, sem chances de pacificação.

Ação e reação

Como na física, toda ação provoca uma reação, na política não é diferente. Toda provocação de um candidato ou dos seus seguidores (alguns são devotos), provoca a reação do outro, às vezes ainda mais forte. Chegando até a mortes, como já foram registradas.

Vazio

Além da violência, o que mais preocupa é não se enxergar dos dois candidatos Haddad e Bolsonaro, projetos fáticos para os brasileiros. Não se vislumbra dos programas de governo, muito menos dos discursos, soluções para os graves problemas que vivemos. Como disse recentemente o empresário Dalton Gadelha, “independente do resultado, o Brasil perdeu a eleição”.

O veredito das urnas

Com surpresas para alguns, o resultado das eleições em primeiro turno excluiu do cenário político, pelo menos temporariamente, algumas figuras carimbadas. Aqui na Paraíba, sem dúvida, a maior surpresa foi a derrota do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que ficou na 4ª colocação, atrás dos eleitos Veneziano Vital do Rêgo (PSB), Daniela Ribeiro (Progressistas), Luiz Couto (PT) 3º colocado, e a frente apenas de do professor Nelson Júnior e do folclórico Nivaldo Mangueira.

Vitória Maiúscula

Sob a batuta do maestro Ricardo Coutinho, o candidato ao governo João Azevedo (PSB), conseguiu uma vitória incontestável. Defendendo a continuação do trabalho, João venceu no primeiro turno, com uma vantagem de mais de 600 mil votos para o segundo colocado. Impondo uma derrota para os irmãos Cartaxos em João Pessoa de quase 80 mil votos. Enquanto a oposição bateu cabeças Ricardo continua reinando na política paraibana.

Rescaldos das eleições

Com as derrotas dos candidatos Lucélio e Cássio, alguns vereadores da bancada do prefeito Romero Rodrigues não escondiam a frustração. Principalmente pelo fato de a disputa não ter ido para o segundo turno, onde esperavam receber uma atenção maior dos candidatos.

Frustração

Foi muito aquém do esperado, a votação do empresário Artur Bolinha (PPS), que disputou uma vaga para deputado estadual. Com uma votação total de pouco mais de 8 mil votos, bolinha sonhava sair com mais de 10 mil votos só de Campina.

Vitória com simbologia

A votação surpreendente de Veneziano Vital do Rêgo, sendo eleito o senador mais votado da Paraíba, traz uma simbologia de ressurgimento para a política paraibana. Claro que o eis cabeludo deve muito dessa vitória ao governador Ricardo Coutinho.

A família Ribeiro

A família Ribeiro do vice-prefeito Enivaldo também sai com musculatura política dessas eleições. A vitória da obstinação da senadora Daniela Ribeiro e do seu irmão Agnaldo, coloca a família Ribeiro, no mínimo, no centro dos debates para as eleições de 2020. A Garra de Daniela, a experiência de Enivaldo, e estratégia de Agnaldo não podem e não devem ser desprezados por nenhum postulante ao palácio do Bispo.

 

Já tem candidato derrotado pedindo emprego de assessor em gabinete de senadora.

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